Comitês
Três grupos de trabalho. É neles que se combina critério, se propõe definição comum para o setor e se leva essa posição a quem faz as regras.
Comitê é onde profissionais do setor trabalham juntos para combinar critério e escrever documento público. Sem isso, cada casa mede de um jeito, chama a mesma coisa por outro nome, e nada pode ser comparado. A definição não se decreta: ela vale quando as instituições que a usam concordam com ela.
Os comitês técnicos são criados pelo Conselho de Administração e previstos desde a fundação da associação. Seus integrantes não são remunerados.
Entrega
O que já saiu dos comitês.
As definições do setor
Padronizar conceitos e propor indicadores é atribuição deste comitê, e a associação já publicou a primeira dessas definições: o tempo médio de permanência, o número que diz quantos dias, em média, um paciente fica internado. Cada instituição vinha calculando esse número de um jeito, e por isso os números de duas casas não podiam ser comparados.
A associação publicou qual conta vale e colocou no ar uma calculadora aberta: você informa os dados do seu período e ela devolve a permanência média, além de avisar quando os seus próprios números não fecham entre si.
Comitê Científico
Coordenação: Luiza Dal Bem
Na prática: define de um jeito só o que cada número do setor significa, para que o dado de um hospital possa ser comparado com o de outro.
Realiza estudos e artigos científicos sobre hospitais e clínicas de transição, e propõe a padronização de conceitos e a criação de indicadores para o setor.
- Luiza Dal Bem (Coordenadora)
- Ana Maria Malik
- Camila Lasso
- Christina Ribeiro
- Fabiola Mazzuli
- Gustavo Genelhu
- Luciano Rodrigues
- Rafael Martins
Comitê de Regulação
Coordenação: Tiago Nobre
Na prática: conversa com quem escreve as regras da saúde, para que o hospital de transição seja regulado pelo que ele de fato faz.
Constrói, fomenta e fortalece a regulação das atividades do setor de transição de cuidados no Brasil. É composto por profissionais experientes e qualificados, alguns deles atuando neste mercado desde o surgimento do conceito no país. Tem ainda como objetivo estabelecer canais de diálogo junto a órgãos competentes como a ANVISA e outras entidades do setor.
- Tiago Nobre (Coordenador)
- Alexandre Tassinari
- Carlos Chiesa
- Edinar Alves dos Santos
- Gisele Couto
- Roberto Schoueri Junior
- Sergio Simões
- Wendel Oliveira Santiago
Comitê de Comunicação e Mercado
Coordenação: Gustavo Ribeiro
Na prática: explica o que é esse tipo de hospital para quem precisa decidir: a família, o médico, a operadora, a imprensa.
Atua diretamente com todos os agentes envolvidos, com o intuito de discutir e gerar propostas de temas que possibilitem a evolução do setor, construindo um posicionamento que evidencie a contribuição do segmento para a sociedade e para o equilíbrio do ecossistema de saúde.
- Gustavo Ribeiro (Coordenador)
- Alexis Mazzulli
- Alyne Ribeiro
- Camila Lopes
- Claudia Pedrosa
- Elaine Ramalho
- Flavio Augusto Correa Oliveira
- Liv Soban
- Tony Morais
Contexto
Como o setor é regulamentado hoje.
Situação atual
Hoje um hospital de transição é enquadrado pelas mesmas regras de um hospital que trata a fase crítica da doença, embora faça outra coisa: cuidar de quem já passou dessa fase e ainda não pode ir para casa.
Posição da associação
Que exista uma classificação própria para hospitais e clínicas de transição, com regra escrita para o que essas unidades realmente fazem.
Método
Manter canais de diálogo com órgãos competentes, como a ANVISA, e com outras entidades do setor. O Comitê de Regulação é a porta de entrada técnica desse trabalho.